segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Amy



Eu protelei esta postagem por receio do "calor" causado pelos últimos acontecimentos.

A morte de Amy Winehouse deu tanto IBOP que, "chegou a dar fadiga". 
Falar sobre tal assunto,nos últimos 7 dias, seria provável demais para minha personalidade assumidamente improvável.

E quanta ênfase foi dada para os problemas de dependência química, que Amy possuía, "né!?".
Esqueceram-se de seu talento!
Esqueceram que sua ofensividade era, apenas, auto-destruidora.
Afinal, essa criatura prejudicou apenas a si mas, infelizmente, tem sido lembrada apenas pelas polêmicas que causou em virtude de sua doença.

Fica a minha opinião:

Amy foi uma excelente compositora  e cantora que, ressuscitou a soul music e nos proporcionou momentos únicos e, inquestionavelmente, prazerosos.

PS: Seria muito melhor se ela tivesse dito: SIM, SIM, SIM, ao invés de NO, NO. NO para a reabilitação.






Por Ana Paula Sousa








domingo, 31 de julho de 2011

Pleonasmo Vicioso



O Pleonasmo vicioso, também conhecido como Tautologia ou Redundância é um vício de linguagem que muitas vezes nos passa despercebido.

Vícios de linguagem são, segundo Napoleão Mendes de Almeida, palavras ou construções que deturpam, desvirtuam, ou dificultam a manifestação do pensamento, seja pelo desconhecimento das normas cultas,seja pelo descuido do emissor.

O vídeo abaixo mostra, de maneira cômica, a frequência com a qual esbarramos com o Pleonasmo em nosso dia-a-dia.

Creio que, ensinar através do riso, seja bem mais eficaz.

Fica a dica.

 PS:Tirando os %¨$#*#@!! presentes no vídeo, até seria possível utilizá-lo em salas de aula.



sábado, 30 de julho de 2011

Saudade



Tenho saudades da minha infância querida
do aroma de bolo quente saindo do forno ao cair da tarde
da cicatrização de cada ferida
e do recomeço lento e sem alarde.

Saudade dos que perdi
dos ímpetos juvenis
saudade até do que não vivi
na caminhada como aprendiz.


Ana Paula Sousa

sexta-feira, 22 de julho de 2011


Manhãs de inverno

As manhãs sempre me fascinaram,
Mas as de inverno têm certa singularidade.
O cheiro,
O cinza,
O orvalho que a noite passada deixou sobre as folhas.

Toda essa beleza,
Todo esse fascínio cintilante

É A VIDA!
que se renova a todo instante.



Ana Paula

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Kit gay nas escolas

O governo está querendo distribuir kit gay nas escolas afim de acabar com o preconceito e a homofobia.
Mas, os alunos têm outras prioridades como, por exemplo, uma merenda descente!
Nada contra os homossexuais, mas não concordo  com a priorização deste item na educação.




quinta-feira, 14 de julho de 2011

Dicas de Pontuação: O uso da vírgula



Saber empregar corretamente a vírgula é essencial para quem precisa construir textos escritos.
Muitas vezes, ao longo de nossas vidas, tais construções linguísticas nos são exigidas e é nessa hora que devemos trabalhar com a acentuação a nosso favor. É ela quem vai transpor para o texto escrito, elementos que são imprescindíveis no texto falado, como por exemplo, a pausa (indicada, no texto escrito, pela vírgula) ou a entoação de frases interrogativas (indicada, no texto escrito, pelo ponto de interrogação).
Portanto, o conhecimento do emprego dos sinais de pontuação é de grande valia quando nos são exigidas as "temidas" redações que temos de fazer ao longo de nossas vidas, seja nas avaliações escolares, seja nas provas de concursos.

Para não errar mais, seguem dicas para o uso da vírgula, considerada uma das grandes "vilãs" da pontuação.

VÍRGULA ( , )
É usada para marcar uma pausa do enunciado com a finalidade de nos indicar que os termos por ela separados, apesar de participarem da mesma frase ou oração, não formam uma unidade sintática.
Ex.: Lúcia, esposa de João, foi a ganhadora única da Sena.
Podemos concluir que, quando há uma relação sintática entre termos da oração, não se pode separá-los por meio de vírgula.
Não se separam por vírgula:
  • predicado de sujeito;
  • objeto de verbo;
  • adjunto adnominal de nome;
  • complemento nominal de nome;
  • predicativo do objeto do objeto;
  • oração principal da subordinada substantiva (desde que esta não seja apositiva nem apareça na ordem inversa).

A vírgula no interior da oração
É utilizada nas seguintes situações:
a) separar o vocativo. Ex.: Maria, traga-me uma xícara de café.
A educação, meus amigos, é fundamental para o progresso do país.
b) separar alguns apostos. Ex.: Valdete, minha antiga empregada, esteve aqui ontem.
c) separar o adjunto adverbial antecipado ou intercalado. 
Ex.: Chegando de viagem, procurarei por você.
As pessoas, muitas vezes, são falsas.
d) separar elementos de uma enumeração.
Ex.: Precisa-se de pedreiros, serventes, mestre-de-obras.
e) isolar expressões de caráter explicativo ou corretivo.
Ex.: Amanhã, ou melhor, depois de amanhã podemos nos encontrar para acertar a viagem.
f) separar conjunções intercaladas.
Ex.: Não havia, porém, motivo para tanta raiva.
g) separar o complemento pleonástico antecipado.
Ex.: A mim, nada me importa.
h) isolar o nome de lugar na indicação de datas.
Ex.: Belo Horizonte, 26 de janeiro de 2001.
i) separar termos coordenados assindéticos.
Ex.: "Lua, lua, lua, lua,

por um momento meu canto contigo compactua..."  (Caetano Veloso)
j) marcar a omissão de um termo (normalmente o verbo).
Ex.: Ela prefere ler jornais e eu, revistas. (omissão do verbo preferir)
Termos coordenados ligados pelas conjunções e, ou, nem dispensam o uso da vírgula. Ex.: Conversaram sobre futebol, religião e política.
Não se falavam nem se olhavam./ Ainda não me decidi se viajarei para Bahia ou Ceará.
Entretanto, se essas conjunções aparecerem repetidas, com a finalidade de dar ênfase, o uso da vírgula passa a ser obrigatório.
Ex.: Não fui nem ao velório, nem ao enterro, nem à missa de sétimo dia.

A vírgula entre orações
É utilizada nas seguintes situações:
a) separar as orações subordinadas adjetivas explicativas.
Ex.: Meu pai, de quem guardo amargas lembranças, mora no Rio de Janeiro.
b) separar as orações coordenadas sindéticas e assindéticas (exceto as iniciadas pela conjunção e ). Ex.: Acordei, tomei meu banho, comi algo e saí para o trabalho. Estudou muito, mas não foi aprovado no exame.
Há três casos em que se usa a vírgula antes da conjunção:
1) quando as orações coordenadas tiverem sujeitos diferentes.
Ex.: Os ricos estão cada vez mais ricos, e os pobres, cada vez mais pobres.
2) quando a conjunção e vier repetida com a finalidade de dar ênfase (polissíndeto). Ex.: E chora, e ri, e grita, e pula de alegria.
3) quando a conjunção e assumir valores distintos que não seja da adição (adversidade, conseqüência, por exemplo) Ex.: Coitada! Estudou muito, e ainda assim não foi aprovada.
c) separar orações subordinadas adverbiais (desenvolvidas ou reduzidas), principalmente se estiverem antepostas à oração principal.
Ex.: "No momento em que o tigre se lançava, curvou-se ainda mais; e fugindo com o corpo apresentou o gancho."( O selvagem - José de Alencar)
d) separar as orações intercaladas. Ex.: "- Senhor, disse o velho, tenho grandes contentamentos em a estar plantando..."
Essas orações poderão ter suas vírgulas substituídas por duplo travessão. Ex.: "Senhor - disse o velho - tenho grandes contentamentos em a estar plantando..."
e) separar as orações substantivas antepostas à principal.
Ex.: Quanto custa viver, realmente não sei.
 


Por Ana Paula Sousa

Avante!

     É impressionante como a crise da educação no Brasil consegue ser, cada vez mais, banalizada.
A classe dos professores, que costumava ser pacífica, paciente e compreensiva está, agora, atacando com voracidade o inimigo maior da educação: O Estado.
     O problema todos conhecem, sala de aula superlotada, a má conservação das escolas,  os salários humilhantes dos professores etc...
     Não adianta, só a educação vai tirar a população desse atraso total em que nos encontramos. Ela é o alicerce para a resolução de outros problemas como a violência, a miséria e a ignorância política.
     O professor, não pode, sozinho, mudar esse quadro, muito menos com o salário "motivador" que recebe.
Enfim, os professores começaram a reagir pela força e nesta terça feira 12 de junho, por volta do meio dia, invadiram o prédio do Ministério da Educação no RJ, assim como fizeram os bombeiros no quartel central, e reivindicaram um aumento de 26% para a categoria,  incorporação imediata da gratificação do Nova Escola (prevista para terminar somente em 2015), e descongelamento do Plano de Carreira dos funcionários administrativos.




 Por Ana Paula Sousa