domingo, 1 de setembro de 2013

A arte da expressão, é quase que uma forma de identificação.
Como as digitais, que só determinada pessoa tem.
O modo de se expressar, seja linguisticamente, corporalmente ou poeticamente retrata quem você é.

É dessa forma que diagnosticamos um ignorante.
Ignorância gera ignorância,
Gentileza em excesso gera tolice.

Me finjo de tola,
gosto de me fazer de boba.

É mais favorável a mim,
Eu não escrevo por escrever.
Não jogo palavras ao vento.
Palavras "precisas precisam" ser bem empregadas.
Quem faz mau uso da palavra, nada tem a dizer.
Não quero nada que não me esteja predestinado.
Não botar os olhos na vida alheia é o mesmo que viver pra si.
E é assim que eu vivo, intensamente.
Isso não é virtude, é dever.

Caráter, não se compra, não se vende.
                 ENTENDE?

Só quem entende o dever imposto pela consciência consegue deitar tranquilamente à noite.
Por isso meu travesseiro me ama e é amado.
Quem só pensa em si é um COITADO.

sábado, 27 de julho de 2013

Minha mente, nem sempre tão lúcida e fértil, me deu a voz!


Chorão.....Saudades eternas...

domingo, 2 de junho de 2013




E chegou assim,
sem pedir licença.
Tomou conta de tudo,
se fez presença.

Agora, não quer mais partir,
conquistou o espaço.
E toda vez que eu rir;
é por você que faço.


Ana Sousa


E no cronômetro da vida, lá vou eu.
Eu cuido do meu.

Por favor, cuide do seu...



Ana Sousa
Se quiser ser singular
seja você.

Ninguém, nunca, será como você.
Cada um de nós é ÚNICO, quando se é verdadeiro.
Trilhe seus caminhos com escolhas sinceras.
Acione o fode-se, sempre que for necessário.
Mesmo que no final, algo dê errado, não haverá arrependimentos.
É bem melhor ser um louco sincero, do que ser mais um
PORCO HIPÓCRITA!


Ana Sousa...



domingo, 19 de maio de 2013

A ARTE DE INTERPRETAR

Temos observado que o habito da leitura tem se tornado cada vez mais distante da realidade de nossos jovens estudantes. Com tantas novidades tecnológicas, o surgimento da internet, filmes cada vez mais bem produzidos, os livros vão caindo no esquecimento, empilhados e empoeirados nas prateleiras das livrarias.

Por essa razão, a sociedade tem se tornado cada vez menos crítica,  menos questionadora, que tolera o intolerável, acredita no inacreditável e não tem capacidade de expressão para exigir que seus direitos sejam cumpridos. Uma geração de cérebros atrofiados por falta de ofício. 

Mas, embora os livros e as narrativas estejam caindo no esquecimento, até mesmo por parte de muitas escolas, a interpretação e a produção textual continua a ser exigida em provas importantes de vestibulares e concursos. 

Quem lê com frequência, não tem dificuldades para produzir ou interpretar textos. A leitura torna o indivíduo mais questionador, mais reflexivo e menos submisso.

Leia sempre, seja qual for o gênero textual, pois até mesmo em uma bula de remédio podemos aprender novas palavras e melhorar nosso acervo linguístico. 


Por Ana Paula Sousa